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terça-feira, 6 de março de 2012

Quem mestra pode ignorar as regras - tô falando sério!

     Esses dias estava lendo uma revista digital/eletrônica de RPG e ví uma adaptação da HQ DBride (da holyduplavenger Awano-Cassaro) para RPG, no sistema 3D&T. Para quem não conhece a história (muito boa por sinal, saiu nas páginas da revista Dragon Slayer, publicação atualmente bimestral sobre RPG), um resuminho pra entender sobre o que eu vou falar adiante: ela conta a história de Koi, um guerreiro bakemono cão (tipo uma pessoa com cara e outras coisas de cachorro) que é atormentado por uma fadinha, Coridora, que só ele podia ver; mas no desenrolar da história uma outra personagem, Astra, consegue ver Coridora, sem grandes explicações (quer dizer, pode até existir alguma explicação - o que faria grande parte dessa postagem perder o sentido - e eu desconhecer por ter perdido um ou dois números da revista).

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Crek-Ai - um estilo de combate bárbaro para D&D 3ª Edição

    Este estilo recebeu esse nome de seu criador, Raskal Brushan (um Caliban* Bárbaro), por causa do barulho que seus oponentes fazem ao serem atingidos. Como seu criador não se importa com a divulgação e difusão do estilo, o Crek-Ai não é fortemente conhecido; porém Raskal irá ensinar de bom grado o seu estilo a quem lhe provar que tem valor suficiente para isso.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Regras para criação de Taijutsus (Naruto) para 3D&T Alpha

            Como esse post cai exatamente na terça-feira de carnaval, fiquei a semana toda tentando achar alguma coisa na qual eu pudesse relacionar carnaval e RPG; como o tempo passava e a idéia não surgia, percebi que havia falhado miseravelmente na tarefa. No entanto, eu ainda estou investindo esforços em uma tarefa provavelmente muito mais difícil: convencer minha companheira a mestrar RPG para o nosso grupo – a coisa envolve mais linhas de história e detalhes do que seria sensato relatar aqui neste post. O meu atual investimento na tarefa é tentar mestrar uma campanha curta, para que ela possa jogar e assim, quem sabe, convencê-la a mestrar; como sou um péssimo mestre de RPG, pensei em fazer algo simples e divertido, e entre muitas possibilidades pensei em usar o cenário do manga/anime Naruto (só a idéia básica, visto que não acompanho a série) no sistema 3D&T Alpha – não precisaria fazer adaptação alguma, só buscar algumas referências do cenário.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Construção de personagens - rolagem de dados X distribuição de pontos


            O básico para se brincar de RPG é: um conjunto de regras (geralmente compiladas em um livro), dados ou outros instrumentos para decidir chances e resolver ações disputadas, e fichas dos personagens. É na ficha da personagem que a jogadora ou o jogador irá anotar os atributos básicos (que irão variar de acordo com o sistema, representando coisas como a capacidade de mover objetos, de resistir a danos, de resolver problemas, de lidar com situações sociais...), suas qualidades, vantagens, defeitos e desvantagens (como ser exímio músico, ter muito dinheiro, ter alguma doença debilitante ou não enxergar cores), as coisas que sabe fazer (como sua profissão, sua habilidade de esquiar, as línguas que fala ou o quanto é bom em pesquisas bibliográficas), os objetos mais importantes que possui (como suas armas, pertences importantes para o desenvolvimento de sua missão, dinheiro, equipamentos de alta tecnologia) e muitas outras coisas.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Dica do Mês: What Monster Are You?

É melhor correr, pessoal...
     Hoje vou deixar aqui uma dica rápida e divertida para quem gosta de RPG, o pequeno "aplicativo" "What Monster Are You" do site da WotC. Esse pequeno questionário vai fazendo perguntas para determinar que tipo de monstro você seria; infelizmente é somente em inglês, requerendo alguma habilidade com o idioma (nada bizarro). Baseia-se no "Monster Manual 2".

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Resenha: Call of Cthulhu


Capa da sexta edição
            A primeira questão que muitas vezes vem à mente de quem tem algum contato com esse RPG é: como se pronuncia Cthulhu? Eu prefiro pronunciar “cloo-loo”, que é a forma mais defendida por estudiosos da produção de Howard Phillips Lovecraft (escritor que deu vida aos “Mythos de Cthulhu” [embora esse termo tenha sido criado por outro autor, August Derleth] nas décadas de 1920 e 1930, mas que só veio a se tornar a figura cult que é hoje depois de sua morte em 1937); outros estudiosos já optam pela transliteração fonética “kuh-thoo-loo” (que seria algo como ka-tu-lu em português); a editora Chaosium, responsável pelo RPG Call of Cthulhu diz o seguinte: “Os Mythos de Cthulhu são assim chamados por causa de uma entidade/divindade, Cthulhu (kuh-THOO-loo é a maneira mais fácil, embora não a melhor maneira de pronunciá-lo)”. O que eu aconselho é: chame da forma que achar mais conveniente, desde que todas as pessoas envolvidas (provavelmente o grupo de RPG) entendam do que você está falando!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O que é RPG mesmo, hein?

      Embora referido tradicionalmente como “jogo”, eu não entendo o RPG como um, por não ter a característica que melhor define um jogo: uma competição entre duas ou mais pessoas/equipes, onde uma ou mais saem vencedoras e o restante como perdedoras.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Uma possível história do surgimento do RPG


      Como toda tentativa de descrever a história de alguma coisa, esta aqui será limitada e incompleta - mas se ela for informativa, terá interpretado bem o seu papel (o que, certamente, renderá pontos extras de experiência).